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Área de atuação

Advocacia em Direito Administrativo em Belo Horizonte

A atuação em Direito Administrativo reúne experiência consultiva e contenciosa em processos administrativos e judiciais envolvendo o Poder Público. O Dr. Xenofontes Curvelo Piló e Samuel Mucchiut Piló atuam em processos administrativos disciplinares, improbidade, licitações e contratos públicos, direitos de servidores, responsabilização de agentes públicos, Tribunais de Contas, corregedorias e controle judicial de atos administrativos.

Atuação especializada

Frentes de atuação em Direito Administrativo

A relação com a Administração Pública exige atenção a competências, procedimentos, prazos, garantias e efeitos nas esferas administrativa e judicial.

Processos Administrativos Disciplinares (PADs)

Defesa de servidores e agentes públicos em apurações disciplinares, sindicâncias e processos sancionadores.

Os processos administrativos disciplinares têm por objetivo apurar infrações cometidas por servidores públicos. Nesses casos, é fundamental assegurar o contraditório e a ampla defesa, evitando punições indevidas ou desproporcionais. A atuação jurídica envolve a análise do procedimento, a produção de provas, a elaboração de defesas e recursos administrativos e, quando necessário, a judicialização da matéria.

A estratégia depende do regime jurídico aplicável, da competência administrativa, do procedimento adotado e das repercussões em outras esferas de responsabilidade.

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Improbidade Administrativa

Defesa em ações e procedimentos de improbidade, com análise de tipicidade, elemento subjetivo, dano e sanções aplicáveis.

A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 14.230/2021) prevê sanções para agentes públicos e particulares que pratiquem atos que causem enriquecimento ilícito, lesão ao erário ou atentem contra os princípios da administração pública. A defesa nesses casos exige conhecimento técnico e estratégico para demonstrar a inexistência de dolo ou prejuízo, preservando a reputação e o patrimônio do acusado.

A estratégia depende do regime jurídico aplicável, da competência administrativa, do procedimento adotado e das repercussões em outras esferas de responsabilidade.

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Licitações e Contratos Públicos

Assessoria em licitações, execução contratual, sanções, impugnações e controvérsias nas contratações públicas.

Os procedimentos licitatórios têm por finalidade garantir a legalidade, a isonomia e a transparência nas contratações públicas. Irregularidades em licitações ou na execução contratual podem gerar responsabilizações civis, penais e administrativas. A assessoria jurídica atua tanto na prevenção, elaborando pareceres e acompanhando editais, quanto na defesa em casos de impugnações, sanções e inabilitações.

A estratégia depende do regime jurídico aplicável, da competência administrativa, do procedimento adotado e das repercussões em outras esferas de responsabilidade.

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Servidores Públicos

Atuação em direitos funcionais, nomeação, progressão, aposentadoria, pensão, reintegração e demais relações estatutárias.

A defesa dos direitos dos servidores públicos abrange questões relacionadas a nomeações, exonerações, progressões, aposentadorias, pensões e reintegrações. A atuação busca garantir o respeito aos princípios constitucionais e à legalidade dos atos administrativos, promovendo medidas administrativas e judiciais para restabelecer direitos violados.

A estratégia depende do regime jurídico aplicável, da competência administrativa, do procedimento adotado e das repercussões em outras esferas de responsabilidade.

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Responsabilidade do Agente Público

Defesa em apurações administrativas, civis e penais decorrentes do exercício da função pública.

A responsabilização do agente público pode ocorrer nas esferas administrativa, civil e penal. Em muitos casos, há confusão entre o exercício legítimo da função e a prática de ato ilícito. O trabalho jurídico consiste em demonstrar a boa-fé, a ausência de dolo e a estrita observância do interesse público, evitando sanções injustas e danos à carreira funcional.

A estratégia depende do regime jurídico aplicável, da competência administrativa, do procedimento adotado e das repercussões em outras esferas de responsabilidade.

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Controle e Fiscalização dos Atos Administrativos

Atuação perante Tribunais de Contas, corregedorias e órgãos de controle, além do controle judicial de legalidade.

A administração pública está sujeita ao controle interno e externo exercido por tribunais de contas, corregedorias e ministérios públicos. A defesa técnica é essencial em casos de auditorias, tomadas de contas e investigações sobre atos de gestão, assegurando a correta aplicação da lei e o equilíbrio entre eficiência e legalidade.

A estratégia depende do regime jurídico aplicável, da competência administrativa, do procedimento adotado e das repercussões em outras esferas de responsabilidade.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Advocacia Administrativa

Quando o servidor ou agente público deve procurar defesa em processo administrativo?

A orientação é recomendável desde a notícia da apuração, sindicância, intimação para depoimento ou acesso a documentos. A fase inicial influencia delimitação dos fatos, produção de prova e estratégia. Esperar a indiciação ou a penalidade pode dificultar a reconstrução dos acontecimentos e a correção de nulidades ocorridas durante a instrução.

Qual é a diferença entre investigação preliminar, sindicância e processo administrativo disciplinar?

A investigação preliminar busca reunir elementos iniciais; a sindicância pode ter natureza investigativa ou, conforme o regime aplicável, punitiva; o PAD é o procedimento formal destinado a apurar responsabilidade e aplicar sanções mais graves. A nomenclatura e os efeitos variam entre entes, mas contraditório e ampla defesa são indispensáveis quando houver pretensão punitiva.

Quais direitos devem ser assegurados ao acusado em um PAD?

Devem ser garantidos conhecimento da acusação, acesso aos autos, defesa técnica ou pessoal conforme o regime, produção de provas pertinentes, participação nos atos, manifestação sobre elementos desfavoráveis e decisão motivada por autoridade competente. Nulidades exigem análise do prejuízo e da influência concreta da irregularidade no resultado.

Uma penalidade administrativa pode ser anulada ou revista pelo Poder Judiciário?

Sim. O controle judicial pode examinar legalidade, competência, procedimento, motivação, proporcionalidade e respeito às garantias, sem substituir livremente a Administração em escolhas legítimas de mérito. A medida adequada e o prazo dependem do ato, da via processual, da prova documental e da existência de recurso administrativo.

Todo erro ou ilegalidade praticado por agente público configura improbidade administrativa?

Não. A improbidade possui requisitos próprios e, após a reforma legislativa, exige demonstração do elemento subjetivo previsto na lei, não se confundindo com mera ilegalidade, divergência interpretativa ou falha administrativa. Devem ser identificados o tipo imputado, a conduta individual, o dolo, o resultado e o nexo com eventual vantagem ou dano.

Como agir diante de inabilitação, desclassificação ou sanção em licitação?

É necessário examinar edital, atas, decisões, documentos de habilitação e prazos recursais imediatamente. Dependendo da fase, podem caber pedido de esclarecimento, impugnação, recurso administrativo, representação aos órgãos de controle ou medida judicial. A estratégia deve preservar a participação no certame sem criar declarações incompatíveis com a defesa futura.

Quais direitos funcionais podem ser discutidos administrativa ou judicialmente?

Podem ser analisadas nomeação, posse, progressão, adicionais, férias, licenças, remoção, readaptação, aposentadoria, pensão, reintegração e revisão de atos que afetem a carreira. O direito depende do estatuto aplicável, dos requisitos preenchidos, da prescrição, de precedentes e da prova funcional e financeira disponível.

Como funciona a defesa perante tribunais de contas?

A atuação pode envolver auditoria, tomada de contas, prestação de contas, imputação de débito, multa, cautelar e julgamento de atos de gestão. É essencial individualizar atribuições, demonstrar contexto decisório, regularidade da despesa, boa-fé, ausência de dano e medidas corretivas, além de acompanhar prazos para defesa, recurso e eventual cobrança.

Quando pode ser utilizado mandado de segurança contra ato administrativo?

O mandado de segurança protege direito líquido e certo violado ou ameaçado por autoridade, quando a prova necessária já puder ser apresentada documentalmente e não houver outra hipótese de habeas corpus ou habeas data. Em regra, há prazo decadencial de 120 dias da ciência do ato, razão pela qual a avaliação deve ser imediata.

Localização

Escritório em Belo Horizonte

Localização estratégica

Próximo aos órgãos do sistema de Justiça

O escritório está sediado em Belo Horizonte e atende Lagoa Santa, Nova Lima, São Paulo e a Região Metropolitana, com alta demanda em todo o Estado de Minas Gerais e de São Paulo, nas grandes capitais e em demandas de alta complexidade no Distrito Federal.

Sede: Av. Augusto de Lima, 1646, sala 1201, Barro Preto, Belo Horizonte/MG, CEP 30190-001, próximo ao Fórum Lafayette.

Próximo a: Fórum Lafayette, JUCEMG, principais delegacias especializadas, TJMG, TRT da 3ª Região, TRF da 6ª Região e Justiça Militar.

Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Atendimento nas situações de urgência:
(31) 9 8837-1192