Sobre a publicação
O artigo analisa a cooperação internacional como elemento indispensável ao enfrentamento do cibercrime. Xenofontes Curvelo Piló, Filipe Augusto Silva e Deilton Ribeiro Brasil partem da constatação de que delitos praticados pela internet podem ser planejados em um país, atingir vítimas em diversas jurisdições e produzir provas digitais distribuídas por múltiplos territórios.
A pesquisa examina os efeitos dessa transnacionalidade sobre conceitos tradicionais de jurisdição e soberania. O texto aborda compartilhamento de informações, atuação de organismos como Interpol e Europol, harmonização legislativa, assistência jurídica internacional e a Convenção de Budapeste, além das dificuldades provocadas por diferenças entre sistemas jurídicos, burocracia, requisitos de obtenção de prova e necessidade de confiança entre os Estados.
Nas considerações finais, os autores sustentam que nenhum país consegue enfrentar isoladamente a criminalidade cibernética. A resposta exige cooperação entre governos, organizações internacionais e setor privado, com intercâmbio de informações, recursos, conhecimento técnico e boas práticas. O trabalho apresenta essa cooperação como processo permanente e adaptável às mudanças rápidas do ambiente digital.
Ficha bibliográfica
- Autor(es)
- Xenofontes Curvelo Piló; Filipe Augusto Silva; Deilton Ribeiro Brasil
- Título
- Cooperação Internacional contra o Cibercrime
- Publicação
- Direitos Humanos, Sustentabilidade e Proteção Ambiental.
- Ano
- 2024
Principais temas abordados
- Direito Digital e Cibercrimes
- Direito Penal
- Direito Internacional
Referências institucionais e acesso à publicação
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Atuação jurídica relacionada a esta matéria
Questões jurídicas relacionadas ao tema desta publicação podem exigir análise individualizada e definição estratégica. O Piló & Piló Advocacia presta atendimento técnico para avaliação do caso concreto e orientação quanto às medidas juridicamente adequadas.